Profissionais – Área Fonoaudiológica

Essa sessão do site tem como finalidade uma educação continuada acerca das relações entre as Disfunções Temporomandibulares e Dores Orofaciais e a Fonoaudiologia. Dessa forma, periodicamente serão realizadas atualizações baseadas em evidências científicas, através de periódicos internacionais e nacionais.

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Relationship between the severity of temporomandibular disorder and voice

Tema: a disfunção temporomandibular é uma das desordens mais complexas do organismo capaz de desencadear alterações nos movimentos mandibulares que provocam prejuízos tanto na articulação da fala como na qualidade da voz. Na literatura a relação entre o grau de severidade da sintomatologia desta disfunção e a influência desta na produção vocal tem sido pouco estudada. Objetivo: verificar a relação entre o grau de severidade de sintomatologia da disfunção temporomandibular com a produção vocal. Método: participaram deste estudo 24 sujeitos, do gênero feminino, com idade variando entre 16 e 56 anos que foram submetidos à aplicação do questionário de índice anamnésico Fonseca et al. (1994), a exame odontológico, exame otorrinolaringológico e avaliação audiológica. Posteriormente os 24 sujeitos da pesquisa foram submetidos à gravação da voz, em gravador digital para posterior análise perceptivo-auditiva dos parâmetros da voz como: tipo vocal, ressonância, qualidade da emissão, pitch e loudness, e para análise dos parâmetros acústicos da espectrografia de banda larga, banda estreita e dos parâmetros acústicos por meio do Multi Dimensional Voice Program (MDVP) da Key Elementrics Real Time. Resultados: verificou-se que de todos os parâmetros da avaliação perceptivo-auditiva da voz o grau de sintomatologia severo apresentou significância estatística para diminuição da loudness (p =0,013). A qualidade vocal rouca foi a que mais apareceu nos sujeitos com grau leve e severo, seguida pela soprosa. Na espectrografia de banda larga houve significância estatística para o aumento da antiressonância (p = 0,013) no grau severo de disfunção temporomandibular. Conclusão: verificou-se que o grau de severidade ocasiona diminuição da loudness, aumento de ruído e alteração na ressonância da voz interferindo na qualidade vocal desses sujeitos.

SILVA, A.M.T.; MORISSO, M.F.; CIELO, C.A. Relationship between the severity of temporomandibular disorder and voice (original title: Relação entre grau de severidade de disfunção temporomandibular e a voz). Pró-Fono Revista de Atualização Científica. 2007; 19(3): 279-288.

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Verificação da interferência das disfunções temporomandibulares na articulação da fala: queixas e caracterização dos movimentos mandibulares

OBJETIVOS: Verificar e analisar os movimentos mandibulares durante a fala em indivíduos com disfunções temporomandibulares e em assintomáticos, por meio de avaliação clínica, buscando constatar a interferência dessas disfunções, correlacionando os achados à presença de queixas de fala relatadas.
MÉTODOS: Foram analisados os dados de 50 indivíduos de ambos os gêneros, entre 21 e 50 anos, divididos em dois grupos: G1 com 25 indivíduos com disfunções temporomandibulares e G2 com 25 indivíduos assintomáticos. Foram excluídos desta pesquisa indivíduos que apresentaram: deformidades dentofaciais, falhas dentárias anteriores e posteriores, mordida cruzada, mordida aberta ou utilizando próteses dentárias.
RESULTADOS: Quanto às queixas de fala, foram verificadas diferenças estatisticamente significantes entre os grupos, para as questões relacionadas à presença de ruídos na articulação e cansaço após longos períodos de fala; limitação do movimento mandibular na presença de dor, desvios na trajetória da mandíbula, deslocamentos ou travamento mandibular e rouquidão, com maior ocorrência em G1. Em relação às características dos movimentos mandibulares, foi verificado que em G1 há maior ocorrência de indivíduos com redução da amplitude vertical, desvios da trajetória da mandíbula e menor ocorrência de sujeitos com movimentos protrusivos durante a fala, com diferenças estatisticamente significantes.
CONCLUSÕES: As disfunções temporomandibulares parecem interferir na fala, uma vez que se constatou redução da amplitude vertical e desvios em lateralidade do percurso mandibular para esse grupo de indivíduos quando comparado ao grupo de assintomáticos. Observa-se que as queixas de fala parecem associar-se à presença de disfunções temporomandibulares e às características dos movimentos observados.

TAUCCI, R.A.; BIANCHINI, E.M.G. Verificação da interferência das disfunções temporomandibulares na articulação da fala: queixas e caracterização dos movimentos mandibulares. Rev. soc. bras. fonoaudiol. 2007; 12(4): 274-80.

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Voz e disfunção temporomandibular em professores

OBJETIVO: verificar a presença e possível correlação entre alteração vocal e DTM, em professores, a partir de dados de avaliação autorreferida, fonoaudiológica, otorrinolaringológica e odontológica.
MÉTODOS: participaram deste estudo, 29 professores de uma escola de rede pública do ensino fundamental e médio do município de Sorocaba – SP. Os professores responderam questionário para levantamento de alteração vocal, e de disfunção temporomandibular (DTM). Foram realizadas quatro avaliações: perceptivo-auditiva; otorrinolaringológica; motricidade orofacial e odontológica. A menção a três ou mais sintomas no questionário determinou “presença” de queixa de voz e de DTM. As avaliações: perceptivo-auditiva e otorrinolaringológica concluíram a “ausência” e “presença” de alteração de voz e de laringe. Nas avaliações da motricidade orofacial e odontológica foi considerada DTM quando registrados três ou mais sinais e/ou sintomas, sendo indispensável à presença de dor. Na análise estatística dos dados, foram empregados: teste de Igualdade de Duas Proporções, teste exato de Fisher e de concordância Kappa.
RESULTADOS: dentre os participantes, 82,8% fizeram autorreferência à alteração vocal e 62,1% de sintomas de DTM; 51,7% apresentaram alteração de voz na avaliação otorrinolaringológica e 65,5%, alteração de DTM na avaliação odontológica. Na comparação da avaliação de alteração de voz e DTM foi registrada correlação significante presente na avaliação perceptivo-auditiva da voz e de motricidade orofacial para DTM, e com tendência a significância na aplicação do questionário.
CONCLUSÃO: os resultados apontam na direção de confirmar a presença de alteração de voz e DTM no grupo de professores pesquisado e correlação entre os mesmos.

MACHADO, I.M.; BIANCHINI, E.M.G.; ANDRADA E SILVA, M.A.; FERREIRA, L.P. Voz e disfunção temporomandibular em professores. Revista CEFAC. 2009; 11(4): 630-43.

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CLASSIFICAÇÃO E TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES: qual o papel do fonoaudiólogo no tratamento dessas disfunções?

O objetivo deste trabalho teórico-prático é estudar o papel da Fonoaudiologia nas Disfunções Temporomandibulares (DTM), em quais circunstâncias o trabalho fonoaudiológico pode ser realizado e qual o tratamento proposto segundo alguns autores pesquisados. Neste artigo estarão descritas as características das disfunções da articulação temporomandibular, a classificação dos principais problemas e a terapêutica aplicada para esses casos de acordo com os profissionais que atuam nessa área, odontólogos, fonoaudiólogos e psicólogos. Aspectos da anatomia e fisiologia da articulação temporomandibular, a etiologia das DTM, incidência, sinais e sintomas serão abordados para que seja possível compreender todos os aspectos que fazem parte dessa disfunção e como esta influencia o funcionamento de todo o sistema estomatognático. Com este estudo, o fonoaudiólogo poderá encontrar uma forma de pesquisar esses distúrbios da articulação temporomandibular, conhecer a terapêutica realizada em cada caso e esclarecer os diferentes fatores que a envolvem. Os demais profissionais que trabalham nas áreas correlatas poderão conhecer o trabalho fonoaudiológico, sua eficácia e casos que mais se beneficiam dessa terapêutica.

QUINTO, C.A. CLASSIFICAÇÃO E TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES TEMPOROMANDIBULARES: qual o papel do fonoaudiólogo no tratamento dessas disfunções? Revista CEFAC. 2000; 2(2): 15-22.

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Ocorrência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em músicos

OBJETIVO: Verificar a prevalência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em grupos de músicos profissionais, intérpretes de instrumentos de sopro e de cordas.
MÉTODOS: Participaram 92 músicos, com idades entre 18 e 58 anos. Foram entrevistados 70 músicos intérpretes de instrumentos de sopro (76,08%) e 22 músicos intérpretes de instrumentos de cordas (23,91%) pertencentes à Orquestra Sinfônica do Paraná, à Banda da Polícia Militar do Paraná ou à Banda do Exército. Foi realizada entrevista que constou de questões referentes à identificação, tempo de prática do instrumento e presença de sinais, sintomas e hábitos relacionados às disfunções temporomandibulares. Comparou-se as respostas dos músicos por meio do teste de diferença de proporções.
RESULTADOS: Trinta e nove músicos (42,3%) percebem que rangem e/ou apertam os dentes, 23 (25%) reportaram sentir dor na articulação temporomandibular, 39 músicos (42%) relataram escutar ruídos na articulação temporomandibular, 37 (40%) sensação de plenitude auricular e 33 (35%) presença de zumbido. Não houve diferença significativa entre os instrumentistas de sopro e de corda no que se refere à presença de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular.
CONCLUSÃO: A somatória dos fatores apresentados coloca os praticantes de determinados instrumentos musicais como um grupo suscetível a apresentar sinais e sintomas de disfunção temporomandibular, incluindo sintomas auditivos, podendo tal prática ser considerada tanto um fator desencadeante, quanto um fator agravante ou perpetuador de um problema já existente.

STECHMAN NETO, J.; et al. Ocorrência de sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em músicos. Rev. soc. bras. fonoaudiol. 2009; 14(3): 362-6.

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Desempenho mastigatório em adultos relacionado com a desordem temporomandibular e com a oclusão

TEMA: desordem temporomandibular e mastigação.
OBJETIVO: comparar sujeitos com desordem temporomandibular a um grupo controle quanto à mastigação e analisar as variáveis relacionadas.
MÉTODO: 20 sujeitos com desordem temporomandibular (grupo com DTM) e 10 do grupo controle, ambos selecionados de acordo com o exame clínico e anamnese, responderam sobre a sua auto-percepção de severidade de dor e sons nas articulações temporomandibulares, dor nos músculos, sintomas otológicos, cefaléia e dificuldade para abrir a boca. Foram também submetidos ao exame clínico, considerando o número de elementos dentários presentes e a análise funcional da oclusão – medidas de abertura bucal, excursão lateral da mandíbula, interferências oclusais e contatos oclusais do lado de trabalho e balanceio. A mastigação foi avaliada quanto ao tempo para ingerir, ao número de golpes mastigatórios e ao tipo mastigatório (unilateral ou bilateral), usando um biscoito recheado, cuja força máxima para quebrá-lo no primeiro momento foi de 4341,8g, como verificado com o auxílio do Texture Analyser TA-XT2 (Stable Micro Systems). Os grupos foram comparados por análise de variância e as correlações entre as variáveis foram calculadas pelo teste produto-momento de Pearson.
RESULTADOS: a maioria dos sujeitos do grupo controle apresentou tipo mastigatório bilateral, enquanto que no grupo com DTM houve tendência ao tipo mastigatório unilateral. No grupo controle foram estatisticamente maiores os escores do tipo mastigatório e as medidas de lateralidade. No grupo com DTM foram maiores as médias de idade, o tempo de mastigação, o número de golpes mastigatórios e a severidade da DTM. O tempo e o tipo mastigatório foram correlacionados, respectivamente de modo positivo e negativo, à severidade da DTM e ao número de interferências oclusais.
CONCLUSÃO: no grupo com DTM a mastigação diferiu do padrão fisiológico normal. O número de interferências oclusais e a severidade da DTM foram as variáveis correlacionadas à mastigação.

DE FELÍCIO, C.M.; MELCHIOR, M.O.; SILVA, M.A.M.R.; CELEGHINI, R.M.S. Desempenho mastigatório em adultos relacionado com a desordem temporomandibular e com a oclusão. Pró-Fono R. Atual. Cient. [online]. 2007; 19(2): 151-8.

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Anquilose temporomandibular bilateral: aspectos fonoaudiológicos e procedimentos clínicos

OBJETIVO: apresentar uma proposta terapêutica miofuncional orofacial, os procedimentos utilizados e resultados em caso de anquilose temporomandibular bilateral, buscando ressaltar a importância do trabalho interdisciplinar e a contribuição da fonoaudiologia para a reabilitação do sistema estomatognático nesses casos.
MÉTODOS: relato de caso de paciente adulto, gênero masculino, encaminhado para avaliação e procedimentos fonoaudiológicos após três meses da realização de cirurgia articular, tendo como queixa principal grande restrição na abertura da boca. Na avaliação fonoaudiológica foi constatado: abertura da boca máxima em 25 mm, ausência de movimentos de lateralidade e de protrusiva, mordida aberta anterior em 8 mm, dor constante em região temporal, dificuldade para realizar mastigação, deglutição, articulação da fala. Constou dos objetivos terapêuticos: estimular e possibilitar a execução de movimentos mandibulares minimizando progressão de tecido cicatricial restritivo e reabilitação miofuncional. Procedimentos quanto ao aumento da amplitude através de relaxamentos, alongamentos, massagens, movimentos isotônicos, isométricos, isocinéticos e manobras específicas foram essenciais para estabilizar a abertura da boca, liberar os movimentos mandibulares e coordená-los, melhorando a funcionalidade do sistema estomatognático.
RESULTADOS:
após 24 sessões: ganho de 16 mm na abertura passando para 41 mm; redução da mordida aberta anterior para 4 mm, melhora da higiene oral, da articulação da fala, das condições alimentares com ganho de força mastigatória e redução dos mecanismos compensatórios; eliminação da dor em região temporal, além de melhora na estética facial.
CONCLUSÃO: a terapêutica fonoaudiológica miofuncional orofacial mostrou-se eficiente em adulto com anquilose temporomandibular bilateral pós-cirúrgico, com estabilidade dos resultados mantida segundo controle anual.

MARZOTTO, S.R.; BIANCHINI, E.M.G. Anquilose temporomandibular bilateral: aspectos fonoaudiológicos e procedimentos clínicos. Revista CEFAC. 2007; 9(3): 358-66.

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Os distúrbios miofuncionais orofaciais na literatura odontológica: revisão crítica

Muitos estudos evidenciam a relação entre a forma e as funções do sistema estomatognático. Por esta razão, o objetivo do presente trabalho foi pesquisar em publicações da área Odontológica, em língua portuguesa, como são considerados os distúrbios miofuncionais orofaciais e, por conseqüência, como se dá a relação entre a Odontologia e a Fonoaudiologia. Para tanto, o método consistiu numa pesquisa bibliográfica em periódicos e livros veiculados na área odontológica, reunindo-se vinte e sete publicações do período de 1984 a 2002. Este levantamento teve como resultado o fato de que a maior parte dos autores relatam a necessidade de favorecer a condição miofuncional orofacial, visando a correção e a estabilidade do complexo orofacial. Quando odontólogos e fonoaudiólogos trabalham em equipe, o papel de cada profissional, bem como os conceitos envolvidos são apresentados com clareza. Entretanto, alguns autores relatam corrigir a má oclusão associada às alterações musculares e funcionais apenas com aparatos odontológicos. Ainda, há aqueles que não apresentam propostas para resolvê-los no plano de tratamento. Essa revisão nos levou à conclusão de que há diferenças nas condutas adotadas pelos odontológos no tratamento de seus pacientes, provavelmente decorrentes de suas formações, o que acarreta também posturas diferenciadas na interação com outros profissionais da saúde, dentre eles o fonoaudiólogo.

PEREIRA, C.C.; FELÌCIO, C.M. Os distúrbios miofuncionais orofaciais na literatura odontológica: revisão crítica. Rev. Dent. Press Ortodon. Ortop. Facial. 2005; 10(4): 134-42.

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Sintomas auditivos e análise das emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente em indivíduos portadores de disfunção temporomandibular

O presente estudo foi realizado no Laboratório de Pesquisas Fonoaudiológicas da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Os objetivos foram verificar a ocorrência de queixas auditivas e analisar o registro das Emissões Otoacústicas Evocadas por Estímulo Transiente (EOET) em indivíduos portadores de Disfunção Temporomandibular (DTM) cujos limiares auditivos se encontravam dentro dos padrões de normalidade. Casuística: constituída por 57 indivíduos com limiares tonais normais e timpanograma do Tipo A, subdividida em dois grupos: grupo 1 (G1) – 31 indivíduos sem queixa auditiva ou diagnóstico de DTM; grupo 2 (G2) – 26 indivíduos com diagnóstico de DTM. Procedimentos: entrevista inicial, EOET e medidas da imitância acústica. As queixas relatadas pelo G2 foram: zumbido (81%), otalgia (81%), plenitude auricular (65%), tontura (31%), hipoacusia (42%) e autofonia (27%). Somente 11,5% do G2 não apresentaram queixa auditiva. A análise dos registros das EOET não revelou diferença entre os dois grupos. Apesar da ocorrência das queixas de hipoacusia e zumbido no G2, os resultados das EOET não foram piores em comparação ao G1 e conseqüentemente não houve a confirmação de alteração no mecanismo de amplificação coclear causada pela DTM. Devido à grande freqüência de queixas auditivas encontrada nos indivíduos portadores de DTM, salientamos que diante dessas, o fonoaudiólogo que atua na área de audiologia deve considerar a hipótese de ocorrência de alterações na ATM e realizar os encaminhamentos necessários, mesmo na ausência de perda auditiva, objetivando a efetivação do diagnóstico e tratamento adequados.

JACOB, L.C.B.; RABIÇO, T.M.; CAMPÊLO, R.M.; AGUIAR, F.B.; ZEIGELBOIM, B.S. Sintomas auditivos e análise das emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente em indivíduos portadores de disfunção temporomandibular. Distúrbios da Comunicação. 2005; 17(2): 173-182.

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